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sábado, 18 de maio de 2013

As três maiores chagas da Humanidade I...


O que causa guerra entre os povos, os homens?


Quais motivos ou fatores motivadores que fazem uma pessoa ir contra a outra?


O que causa o desejo de ter mais do que precisa?


O que pensam estas pessoas?



De onde, de que sentimentos vêm estes desatinos?



Nós seres humanos criamos nossos próprios problemas e soluções. E muita das vezes frutos de nossa própria vontade e desejo.


No curso que fiz de PNL (Programação Neuro-Linguística), aprendi muito isso.


Nós criamos nossos medos e nossas crenças ou certezas, muita das vezes influenciadas pelas experiências e o meio ambiente que vivemos.


Este influi muito em nosso caráter e personalidade, porém não é de todo responsável pelo nosso destino ou forma de agir perante o mundo.



Somos o que somos porque queremos e temos a convicção que é assim que queremos ser. Ninguém muda ninguém a não ser a si mesmo.



Nós decidimos nossa linha de caráter a seguir. E isso se faz cedo, porem existe sempre a possibilidade de mudança, tanto positiva como negativa.



Creio que a mudança se processa com mais agilidade quando sofremos perdas, especialmente se forem sucessivas.


Os traços de nossa personalidade são moldados aos poucos, durante a fase de crescimento, atingindo o auge no fim da adolescência e começo da vida adulta.


É uma fase muito forte de influenciação e enraizamento da personalidade e começa ai, em alguns casos, os problemas de caráter.


As características abaixo (vaidade, orgulho e o egoísmo) são desenvolvidas desde criança e se não forem podadas podem se tornar um grande problema na vida do ser humano.



As três juntas podem fazer um estrago grande. É natural ter vaidade e orgulho na medida ideal, porém acima disto é totalmente nocivo.






A vaidade é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas.



Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. Este desejo pode conter motivos vãos, que não possuem conteúdo e se baseiam em algo falso, mentiroso. Muitas das vezes com excesso de valor dado à própria aparência, aos atributos físicos ou intelectuais.

 Quando entra em jogo a vaidade, a razão sai por outra porta. 

Infelizmente as pessoas não tem coragem de admitir para o espelho que não são tão boas quanto querem aparentar.

Talvez elas nem saibam que não são tão boas assim..




Dar valor a nossa aparência ou intelectualidade é saudável. Diz o ditado “Mente as em corpo são”. Precisamos e uma aparência saudável e desenvolver o intelecto derivando disto um equilíbrio entre eles.






 Na medida em que somos especialmente brilhantes, atraentes e poderosos, nossa estrutura alimenta a vaidade. E, não havendo fracasso, tentamos formar uma sociedade de super-homens e mulheres, cujo êxito é avaliado em termos de conquistas materiais.


 "A vaidade torna-nos tão crédulos como tolos."  (Jean-Pierre Claris de Florian)

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. 



Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva como negativa dependendo das circunstâncias. Assim, o termo "pode" ser empregado de maneira errada tanto como sinônimo de soberba e arrogância quanto para indicar dignidade ou brio.


Sensação ou sentimento excessivo de contentamento, de entusiasmo, que o indivíduo tem em relação a si mesmo, tendo em conta suas próprias características, qualidades e/ou ações.




Este sentimento separa-nos dos outros e só traz atraso para nossas vidas. Mas, com atitudes simples e cotidianas, podemos minar a base que o sustenta até libertarmo-nos dele.

 O orgulho é o sentido da separatividade. Está calcado no medo - no medo de ser subjugado, no medo de não ser amado, no medo da negação, da anulação, da morte em última análise. O que conseguem com atitudes orgulhosas? Muitas coisas. Principalmente, permanecer estagnado em seus níveis e padrões de pensamento. Veja que, pelo orgulho, quantas coisas já aconteceram em sua civilização.

O orgulho impede de darem o braço a torcer, como dizem.



Sobre o orgulho e a vaidade fico com este texto maravilhoso de Fernando Pessoa:
O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito, a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em acção. 
Fernando Pessoa, in "Da Literatura Européia"



Por último, vamos falar do Egoísmo. Ah! Esse é complicado! 
Já o egoísmo é uma ferida na alma que não faz falta nenhuma ao ser humano.


Segundo a Wikipédia, egoísmo (ego + ismo) é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar, em detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se relaciona.


Um sujeito egoísta é aquele que acredita que o mundo, inclusive as pessoas ao seu redor, foram criadas para ele e somente para ele. Uma pessoa egoísta – e todos são em maior ou menor medida – sofre porque as outras pessoas não correspondem as suas expectativas.


 Segundo o Dicionário informal É a capacidade tida como virtude pelo sujeito egoísta que pensa apenas em sí e jamais em situação alguma reconhece que foi ajudado por alguém, acreditando ser merecedor de todo e qualquer esforço que fizerem por ele, acreditando ainda não ter passado de uma obrigação para com ele.


Na verdade é o conjunto de tudo que está escrito acima. E quem se opõe a esse tipo de comportamento não perde a chance de criticá-lo. A idéia mais comum é de que o egoísta sempre age em benefício próprio, mesmo que isso possa prejudicar alguém.


Não se sabe ainda dizer se pensar demais em si mesmo é uma característica natural dos seres humanos ou um hábito que aparece com o tempo, conforme as experiências vividas, porém vemos isso já desde a infância, crianças com este comportamento inadequado.



Nascemos e crescemos com tendência maior ao egoísmo. Porém, tal dualidade faz parte do ser humano. O desafio está em buscarmos o equilíbrio entre dar e receber.


Alguns acham que já nasce com o ser humano. Pode ser. Que pode ser fruto do meio. Que é a conjunção de fatores.


Verdade que uma pessoa egoísta pode ser bem explicita ou totalmente dissimulada.



Verdade também que quem é egoísta tem dificuldade em admitir ou prefere ficar calado.


Segundo o psiquiatra Geraldo Possendoro, especialista em medicina comportamental, tem uma opinião interessante: "Sabemos que as crianças são egoístas e dependem disso para afirmar suas vontades. Mas faz parte da passagem à idade adulta o abandono deste modelo".


Com as responsabilidades crescendo, o individualismo tende a surgir, ou seja, um comportamento em que é preciso satisfazer suas necessidades, mas sem abrir mão de pensar nas outras pessoas, afirma o psiquiatra.


Existem pessoas que são e não se reconhecem assim. Tem algumas que nem se apercebem disto.



Algumas vezes o egoísmo aparece tão disfarçado que mal o percebemos agindo em nós e achamos que sofremos de algum outro mal, segundo a Terapeuta Floral Thais Accioly.


Segundo ela, viver o egoísmo é mais do que apenas não querer compartilhar o pão e o agasalho. É viver em função só de sua própria vida, em busca de sua própria felicidade em detrimento do bem estar alheio.


Concordo plenamente!


Portanto se você tem características de uma pessoa egoísta, repense suas convicções!


Pense que seu destino pode ser um emaranhado de problemas, achando sempre que ninguém te entende ou a solidão, porque ninguém aguenta uma pessoa que só pensa em si o tempo todo.


Bom fim de semana pra todos....

domingo, 15 de maio de 2011

A DIFÍCIL ARTE DE SABER AMAR.

Esta crônica sobre o amar e saber amar, de Artur da Távola ( saiba mais sobre ele no fim da postagem), é simplesmente bárbara. 

E eu  tenho outro mestre falando de amor, no início do Blog, que é o Apóstolo Paulo.
 

Se você gosta deste tema, leia também 





Realmente, saber amar é muito difícil e a grande maioria  não sabe amar. Saber amar não é conjugar no singular "eu" e sim no plural, "nós". Saber amar é respirar o ar do outro, sem sufocá-lo, é deixar viver, é querer ser feliz e ver o outro feliz.


 É horrível quando o outro nos sufoca, achando que isso é amor, concorda?

Quem sabe amar é forte, aguenta o tranco pelo outro e sofre quando incompreendido.

Quem ama nem percebe que está sendo protegido e amado por quem saber amar, mas quando perde, entende que ficou órfão de um grande amor.

Chora e sofre com isso. Quem já não passou por isso, seja de um lado ou do outro?

Saber amar é para pessoas decididas, que sabem o que querem, que tem atitude, que quer ver o bem do outro também.

Pessoas cheias de medo, indecisões, tristezas, mágoas, depressões, nunca souberam amar. Muitas das vezes, se perdem achando que amam não uma pessoa, mas duas? Simplesmente banalizam o que se chama de amor e sofrem com isso. Não souberam amar,  só amaram...

Sempre conjugaram no relacionamento o pronome EU ao invés de NÓS. por isso sofrem. Quem sabe amar também sofre, mas a diferença está no querer viver feliz ou aceita o que tem, pois quem ama, acha que o amor vem com o tempo. Só que o que vem com o tempo, é chuva, trovoada, temporais, etc...


Por fim, quem sabe amar, crê em uma força maior que é amor e justiça, crê em Deus. Quem ama, acredita em letra de música, de depressão, dor de cotovelo, macumba, olho grande, inveja, mau olhado, etc....




Mas deixemos de reflexões próprias ( fica parecendo uma 2º versão do mestre, rs, e eu não tenho essa pretensão) e vejamos o texto lindo, maravilhoso, espetacular do mestre Artur da Távola.


Na boa: é o cara! nesta área mata a bola no peito, domina, olha e lança, um perfeito camisa 10. Conclui e faz gol quem quer ser feliz.




Se tudo fosse: - "Eu te amo. Você me ama?" Resposta: "Amo".

Pronto! Seria simples. E foram felizes para o resto da vida.



Quando tal diálogo acontece e duas pessoas percebem que se amam, aí a dúvida e a confusão não terminam. Começam!

Não está disposto na lei da vida que duas pessoas que se amam, saibam amar. O normal é as duas não saberem. Raro é as duas saberem. O habitual é uma saber e aguentar o rojão pela outra.


Saber amar! Quanta gente prefere viver com alguém que sabe amar, mesmo que não o ame! Quanto amor pode brotar da relação com quem sabe amar! 



Quem sabe amar, pode até realizar o milagre de acabar recebendo o amor de quem não o ama, ou ama e não sabe.

Saber amar é conhecer o amor como forma de arte.

O amor é apenas um sentimento, enquanto que saber amar é uma criação, visão estética do amor. Tanto é flor na hora certa, como presente fora de hora. 



Saber amar implica conhecer sabedorias que o amor não sabe, como esperar, deixar fluir, não invadir as dúvidas do outro, não abafar nem impedir que a outra parte
supere a depressão, a angústia ou a dor que a oprime.

Quem ama deixa de amar junto. Quem sabe amar, por conhecer a medida exata dos orgulhos que valorizam o amor, suporta tal sentimento, desde que seja passageiro, é claro. 


Quem ama, quando cansa, pode voltar a amar. Quem sabe amar quando desliga é para sempre. É mais fácil afrontar a quem ama do que a quem sabe amar.

Este, conhece tanto a importância do seu sentimento, que quando o retira, machucado, incompreendido ou ferido de morte, é para sempre.


Cuidado com quem ama! Mas cuidado maior com quem sabe amar! Quem perde um amor perde menos do que quem perde alguém que sabe amar.


Saber amar não é depender. 


Não é ser servil.

Não é viver agradando. Não é fazer o que o outro quer.






 Saber amar é ter as reações certas, de compreensão e crítica; é ocupar todo o seu lugar no espaço e no tempo do sentimento e da emoção do outro.


Saber amar é até saber desistir.


Saber amar é aquela parte que, partindo do amor, procura (até encontrar) a parte do outro que um dia saberá amar.

E a encontrando tem paciência, afeto e tolerância. A menos que descubra que ela não merece.


Porque saber amar é também ter a coragem das renúncias, bravura raramente presente em quem, apenas, ama.
 
Por: Artur da Távola

Blog de Arthur da Távola (vale a pena ler suas crônicas): http://www.arturdatavola.blogger.com.br/

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sábado, 6 de novembro de 2010

Vampiros, você tem medo? Cuidado, pode ter um ao seu lado e voce não percebeu ainda...






Quando pequeno tinha medo do Conde Drácula, dos Lobisomens, que sombrios e tenebrosos, apareciam nas telas, para causar grandes e terríveis pesadelos em minhas noites de sono.
Hoje, passados os anos, compreendo a real dimensão da palavra Vampiro:

Drácula e o Lobisomem são brinquedos inofensivos perto destes verdadeiros vampiros (as) da vida real.

E a grande descoberta: Alguns até tem medo de sangue! 

Olha só, que paradoxo!

Diferente de Papai Noel e do coelho da Páscoa,  descobrimos que os fantásticos vampiros também são de carne e osso.

  • Sabe aquele (a) amigo (a) ou parente (a) que tá sempre te dizendo que tudo que você fala ou faz, não vai dar certo?
  • Que vive colocando medo ou dúvidas na sua mente?
  • Que quando você diz que algo é bom, ele sempre te questiona e faz algo sempre melhor?
  • Aquele chefe, que vive colocando você para furadas e questionando a qualidade do seu trabalho, mesmo quando todos te elogiam?
  • Aquela pessoa que quando chega, todo mundo sai?
  • Que sempre está com a razão e que nunca tá errada?
  • Que tem sempre uma palavra negativa em tudo que faz (especialmente se é para os outros)?
  • Que se acha o (a) poderoso (a)?
  • Que quer sacanear todos, mas não agüenta quando é com ele?
  • Que adora fazer comentários maliciosos sobre outras pessoas na frente destas e depois riem, achando que ninguém viu?
  • Que adora fazer uma fofoca para o circo pegar fogo e depois sai fora ("eu, eu não falei nada”).
Estas pessoas (e me desculpem se esqueci ou não mencionei outros tipos de vampiros, mas o espaço é curto) são vampiros perigosíssimos, destes que quando conseguem seu intento, saem com um sorriso no canto da boca.


Pois é, se Drácula ou qualquer Lobisomem encontrasse estas pessoas, com certeza teriam medo, talvez até saíssem correndo, porque eles sabem que sangue se repõe, mas a paz a tranqüilidade a auto estima é mais complicado.
                                                     
Faça que nem eles, quando ver uma pessoas destas, corra!!

Saúde e paz para todos!




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Longe é um lugar onde não queremos ir, Difícil é o que não queremos fazer.